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O que foi o Sul-Americano Juvenil de Squash
03 fev 10

Renato, Marcelo e Gabriel

Renato, Marcelo e Gabriel

Foi um mega evento esportivo. Os jovens estão jogando uma barbaridade! Ver meninos e meninas dos 8 aos 18 anos disputando com raça, talento e amor à camisa foi um espetáculo além do squash.

Os resultados já são conhecidos, mas destaco as impressões de um observador neófito no squash:

Concluindo, a semana esportiva coroou um trabalho abnegado de um pequeno grupo, Daniel Penna à frente, que sem apoio significativo ralou o ano inteiro em 6 (seis) etapas do Circuito Juvenil pelo Brasil afora. Atletas, pais, clubes, empresas e federações foram se agregando aos poucos e fizemos o primeiro Campeonato Sul-Americano Juvenil de Squash no país. Que venham os próximos e faremos ainda melhor!

Gilvandro Rodrigues

Um comentário para “O que foi o Sul-Americano Juvenil de Squash”

  1. ednei otavio gomes disse:

    Caro Gilvandro, assino embaixo de suas impressões e acrescento que a grande maioria de nossos jovens atletas tiveram que jogar duas categorias como no caso do Pedro Gomes e do Kiki, enquanto seus adversários apenas uma.
    Sei muito bem como foram as 2 ou 3 horas do Pedro entre uma final e outra, mas como não jogá-las se ainda não temos atletas em número e qualidade suficiente para tanto?
    É importante observar que estes meninos e meninas estão pagando um preço para que o olhar de outros se volte para o squash.
    Já sugeri ao Daniel em e-mail recente a criação de uma “seleção permanente” com datas e eventos para se apresentar. Fiz também outras tantas sugestões como a do técnico único, etc. É fundamental uma identidade coletiva.
    A questão financeira também é fundamental, o patrocínio é essencial e não precisa ocupar o lugar da Pátria, ok; porém não dá para ficar contando só com a abnegação do Daniel, dos atletas e de suas famílias. Precisamos de recursos. O Circuito Juvenil é muito caro e além dele tem o brsileiro, os regiomais, o sul-americano…
    As idéias tem que surgir para melhorarmos, portanto vamos debater e tentar implementar. Abraços, Ednei.